De lida e bronze foram os meus anos
Desconforto de abutres e tetrarcas:
Para confundir carnívoros tiranos
Fecundamente tive as ancas largas.
E veio Abril: cravos camonianos
Aparelharam da liberdade as barcas.
Do verde pinho as flores foram-se enganos,
As tecelãs do sonho eram as parcas.
Da podridão variam os estados:
Magicamente os nomes são mudados;
Intacto o pasto vil das varejeiras.
Se o mal a que dei lide é outro tanto,
Na apurada dor do desencanto
Mais se bronzeiam minhas más maneiras.