II.

Nem só sirius se vê de um quinto andar,
Muitos rabos também caçando bruxas:
O coelho é da pide é de matar
Onde rasgos sonhei, rasgam-me rusgas.

Está de purga a justiça popular!
Não menos, alcateia, me repugnas
Que os da banca de borco a soluçar
Num desamparo rafeiro de viúvas.

Sonhos meus que tomei por galaazes
Argonautas me fostes de arganazes;
Adubastes a besta: culpa mea.

Tem-te fera da pátria embravecida!
Queda-te no resplendor de aparecida.
Deixa-me imaginar que inda és sereia.