De insubornáveis, másculas lonjuras
És pátria parideira a terra fêmea
Que no mister das tuas criaturas
Extremosas és do Ocidente a extrema
Tresnoitada que em pálidas gravuras
Deste-nos a comer teu pão de sêmea;
Mas é na noite das datas mais escuras
Que a amargura te ensina a seres suprema.
Apertado país de adulta míngua,
Escalda a pomba de fogo em tua língua:
Nos olhos que a intimam está a festa.
No salmo seminal do teu crescente
Eucarístico o Anjo do Ocidente
Num abrir de safiras mata a besta.