É o câncer no Trópico do número
São aranhas ardis são as adredes
Arengas arpoando catecúmenos
São as raposas e os astros verdes verdes
É a lontra bilontra do inúmero
É a cidade de súbito e de sedes
É num ar litigante de energúmenos
Cardumes arquejando em suas redes
São os demais, os tais, são os acrílicos
Profetas proxenetas e políticos
É do povo coitado a lerda larva.
Espera rosa espera reconheço
Que as vespas me viraram do avesso.
Segue-se o amor no uso da palavra.